Assitia a poucos
momentos, momentos meus, seus, de alguns de nós;
e todos os nós, que
nos atam, que nos afiançavam uma época coerente, difícil
condizente e até
conivente, com a realidade de então..
Desmistificada,
rebuscada e eternizada, em nossas memórias;
Pelo futuro daquele
passado, que em nada se parece com o tempo datado de hoje, de amanhã
e depois…
E depois?
Reescrever-nos menos
modernos?
Ou, reinventaremos a
história
do ontem, com novas
texturas, velhas palavras
deste texto gasto,
dilacerado pelas mulheres do morro
que se sujeitam ao
lodo
e a lama;
Em busca da fama
instantânea e fugaz
de poder dizer o que
é certo, escrevendo na página errada?
Insistia em
acreditar, que seríamos capazes de tentar
outros caminhos,
escolhendo gente como a gente
para libertar-nos do
trono…
Teimosia tola; Mães,
maridos e filhos do morro, escolherão migalhas
como se fossem ouro,
por que adoram entregar diamantes
e palácios, pelas
tais migalhas
por que são
ensinadas na cartilha do “pouco com Deus”.
E Deus, onde está?
Todos perguntamos,
mesmo cientes das várias respostas
que nos foram
apresentadas
e teimamos
diligentemente
Ignorar…
Tolos; Quanto o
somos, fantasiando carnavais
e cavalgadas,
eleições e comissões
Parlamentadas,
Pautadas na mentira
do voto…
Então.
Vote.
Conforme disseram
no Rádio, na Tevê
nos impressos.
É mais decente,
mais belo, mais promissor...
Como ficamos datados, previsíveis.
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