As luzes espocam no céu e no chão, ceifando de vidas e as próprias vidas, por que o misto de raiva e medo controlam a violência, que não é dama nem fera; É condição...
Paris e seu Bataclan (Ou lá o que seja!) não tiveram tempo de se importar, ou mesmo exportar as cores da água barrenta de Mariana, por que a Vie en Rose não possui mais poesia, amor ou qualquer magia, possui cores de gemidos, soluços e pranto.
Eddie Vedder foi quem deveria ser naquele palco, por que assim foi transformado no passar dos anos, uma necessidade de clamar e fazer frente, ao silêncio que estava entre os gritos e a corte, que agora lança granadas e verbos para serem vistos e sentidos, a qualquer tempo e modo, na mesma direção.
E, agora é tarde?
Quem sabe, depois de Deus?
Os profetas alertaram demais, mas demais mesmo; mas como eram e foram tratados como sábios, ninguém escutou. E agora, queremos ouvir antes que seja tarde; porém as trevas anunciam a verdade que anoiteceu sobre a gente, não temos muito tempo mais para buscar a montanha.
Já se passou um ano, dos possíveis 10 que levaremos; Para ver a natureza retomar de nossa estupidez e ganância, aquilo que lhe tomamos...
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